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31/08/2021 - 10:30

Dados do Registro Mercantil da Junta Comercial do Estado do Pará (JUCEPA) apontam um total 502.986 empresas ativas até o último dia 28 de agosto em toda o estado do Pará. Segundo a autarquia, a média de registro foi de 254 empresas abertas por dia nesse mês de agosto. 

O setor de comércio representa 48% de todos os empreendimentos ativos no estado, seguido por serviço (42%) e indústria (10%). Entre os dez primeiros municípios paraenses com um saldo maior de empresas ativas em 2021, estão Belém(140.625), Ananindeua (47.409), Santarém (25.287), Marabá (22.915), Parauapebas (20.714), , Castanhal (15.478), Altamira (10.339), Itaituba (8.912), Paragominas (7.871) e Barcarena (7.726). 

Negócios 

O Empresário Individual é a natureza jurídica com maior número de empresas ativas, com 363.108 registros, seguido da Sociedade Limitada (83.642), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada - Eireli (45793), Sociedade Anônima fechada (4.255), Cooperativa (1.634), Sociedade Anônima Aberta (1.211 e outros (1.744).

Entre as atividades que mais possuem empresas ativas se destacam as de comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios (36.844), 

comércio varejista de mercadorias em geral, com predominância de produtos alimentícios - minimercados, mercearias e armazéns (24.923), cabeleireiros, manicure e pedicure (14.515), restaurantes e similares (13.254), além do comércio varejista de bebidas (11.349).

Ao analisar os percentuais apontados pelo banco de dados da Junta Comercial, a presidente da Jucepa, Cilene Sabino, ressaltou que os números evidenciam as ações de simplificação e, também, incentivo ao empreendedorismo desenvolvidas pelo governo estadual, assim como o aumento da vacinação contra a Covid-19.

“Estamos trabalhando firme para contribuir com a melhoria no ambiente de negócios do estado por meio da simplificação e desburocratização nos serviços da Jucepa. E mais uma vez este resultado de agosto comprova o força da economia paraense e todo o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Governo. Formalizar uma ideia foi e está sendo usada como estratégia por muitos para atravessar o atual momento econômico. Menos burocracia proporciona mais facilidade de empreender ”, pontuou a presidente.

 

Por Fabíola Uchôa (JUCEPA)